Energia e logística

Comércio Exterior, Relações Internacionais e a Crise no Estreito de Ormuz

A instabilidade na rota marítima repercute nos preços da energia, nos custos do transporte e nas relações comerciais nas Américas.

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Navios atravessam uma passagem marítima entre costas rochosas
Imagem de referência sobre a navegação no Estreito de Ormuz.

Entre os dias 12 e 21 de maio de 2026, a crise no Estreito de Ormuz continuou afetando o comércio internacional, a diplomacia global e os mercados energéticos. A instabilidade na região elevou os preços do petróleo e dificultou o transporte marítimo de combustíveis, fertilizantes e mercadorias.

No Canadá, houve agravamento das tensões diplomáticas com os Estados Unidos após a suspensão do Conselho Conjunto Permanente de Defesa. Em Cuba, novas sanções norte-americanas e a suspensão de reservas de cargas por empresas marítimas agravaram a crise econômica e comercial do país. Já os países do Caribe permaneceram vulneráveis ao aumento dos custos energéticos e logísticos, reforçando as preocupações com a segurança das rotas marítimas e a estabilidade do comércio internacional.

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